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Caso Isabelle Caracristi: Família clama por justiça após morte de universitária em Fortaleza

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A morte da estudante de Direito Isabelle Caracristi, de 22 anos, ocorrida em circunstâncias ainda não esclarecidas, tornou-se o centro de uma busca desesperada por respostas em Fortaleza. A jovem foi encontrada morta no condomínio onde residia com o namorado, no bairro Aldeota, na noite do último domingo (13). O caso ganhou repercussão nacional após a mãe da vítima, a professora universitária Isorlanda Caracristi, utilizar as redes sociais para denunciar o silêncio dos envolvidos e exigir uma investigação rigorosa.

Um relacionamento marcado por alertas

Segundo relatos de Isorlanda, o relacionamento de Isabelle com o namorado — um advogado 11 anos mais velho que ela — evoluiu de forma acelerada. A jovem, que atuava como estagiária no escritório do companheiro, teria passado a ser alvo de um comportamento controlador, conforme observou a mãe. A professora relata episódios que geraram preocupação na família, como pedidos financeiros e planos de sociedade empresarial que despertaram suspeitas.

O silêncio que gera suspeitas

O que mais intriga e causa dor aos familiares é o distanciamento total do namorado e da sogra de Isabelle. Desde a confirmação da morte, eles não mantiveram contato com a mãe da vítima e não compareceram às cerimônias de despedida. Isorlanda revelou que chegou a ser bloqueada pelo namorado da filha em suas redes sociais ao tentar obter informações sobre o ocorrido.

Investigação em curso

A Secretaria da Segurança Pública e Defesa Social (SSPDS) informou que o caso está sob investigação da 2ª Delegacia de Polícia Civil da Capital. Até o momento, a Perícia Forense não emitiu o laudo oficial que ateste a causa do óbito. Enquanto a polícia trabalha para esclarecer os detalhes que levaram ao trágico fim da jovem, a família segue aguardando por justiça e pela quebra do silêncio que envolve o caso.


Edição: Portal Itarema Direto.
Foto da capa: Reprodução

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