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Mapa do Emprego: 11 estados brasileiros registram taxas abaixo da média nacional

Brasil e Mundo

O cenário nacional

O mercado de trabalho brasileiro vive um momento de otimismo. Dados recentes da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) Contínua, divulgada pelo IBGE, revelam que 11 estados brasileiros encerraram o segundo trimestre de 2026 com taxas de desemprego inferiores à média nacional, que se fixou em 5,4%. Em cinco dessas unidades da federação, o índice de desocupação está abaixo dos 3%, um sinal claro de aquecimento econômico em regiões específicas.

Desempenho por estados

O ranking de empregabilidade é liderado por Santa Catarina (2,1%), Mato Grosso (2,2%) e Espírito Santo (2,3%). Completam a lista de estados com melhor desempenho Rondônia, Mato Grosso do Sul, Paraná, Minas Gerais, Goiás, Tocantins, Rio Grande do Sul e Roraima. Segundo analistas do IBGE, essa disparidade regional é explicada por diferenças no nível de industrialização e na evolução da instrução da força de trabalho local.

Desafios persistentes

Apesar da queda no desemprego geral — que recuou de 6,1% para 5,4% no último trimestre —, a desigualdade ainda é um desafio. Mulheres, pretos e pardos continuam enfrentando taxas de desocupação acima da média nacional. Enquanto a taxa entre homens é de 4,6%, entre as mulheres o índice chega a 6,4%. Entre pretos (6,9%) e pardos (6,1%), os números também superam a média dos trabalhadores brancos (4,2%).

Histórico positivo

Um dos dados mais celebrados pela pesquisa é a redução do chamado ‘desemprego longo’. O número de pessoas que procuram trabalho há mais de dois anos atingiu o menor patamar da série histórica iniciada em 2012, com pouco mais de 1 milhão de brasileiros nessa condição. O resultado reforça a tendência de melhora observada em 13 localidades do país, que registraram quedas significativas nas taxas de desemprego no período recente.


Fonte: Agência Brasil. Edição: Itarema Direto.
Foto da capa: Reprodução / Agência Brasil.

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