Uma trajetória de horror e fantasia
Há 25 anos, Liz Marins consolidava seu nome no cenário artístico brasileiro ao criar a icônica personagem Liz Vamp. Seguindo os passos de seu pai, o lendário José Mojica Marins, o eterno Zé do Caixão, a atriz tornou-se uma das principais referências nacionais quando o assunto é cinema fantástico, gênero que transita entre o horror, a ficção científica e o folclore.
Celebração internacional
Todo esse legado será o ponto alto da 17ª edição do CineFantasy. O prestigiado festival, que começa nesta terça-feira (1º) e segue até 6 de setembro em São Paulo, reúne 70 filmes vindos de 24 países diferentes. Com uma curadoria diversificada, o evento aposta em mostras que vão desde animações fantásticas e horror até ficção científica e produções voltadas para o público teen.
Democratizando o acesso
Buscando superar os desafios de locomoção na metrópole paulista, a organização inovou este ano. O festival deixou de ser centralizado e espalhou suas exibições pelo Museu da Imagem e do Som (MIS), Cine Olido, unidades da Cidade Tiradentes e dezenas de Centros de Educação Unificados (CEUs). Para quem prefere o conforto de casa, o conteúdo também está disponível via streaming nas plataformas DarkFlix+ e SpCine Play.
Destaques da programação
A abertura contará com o documentário Occupy Cannes, que narra os bastidores da lendária produtora independente Troma, e o curta nacional Lúmen, fruto de uma oficina criativa realizada no ano passado. Entre as produções brasileiras, dois longas prometem agitar a mostra competitiva: Juliana contra o Jambeiro do Diabo pelo Coração de João Batista, uma trama de horror ambientada na Amazônia, e O Retrato de Sarah, que explora a obsessão artística. Os vencedores da competição principal serão laureados com o troféu José Mojica/CineFantasy, consolidando o festival como uma vitrine indispensável para novos cineastas.
Fonte: Agência Brasil. Edição: Itarema Direto.
Foto da capa: Reprodução / Agência Brasil.

