Entenda a Febre do Nilo Ocidental
A preocupação com a Febre do Nilo Ocidental cresce no Brasil após a confirmação de novos casos em São Paulo e o registro de ocorrências em Santa Catarina e no Piauí. Transmitida principalmente pela picada do pernilongo comum (gênero Culex), a doença exige atenção redobrada da população e das autoridades de saúde.
Sintomas de alerta
Embora cerca de 80% dos infectados não apresentem sintomas, aqueles que desenvolvem a doença podem sentir febre, mal-estar, falta de apetite, náuseas, vômitos e dores intensas no corpo e nos olhos. Manchas na pele e inchaço nos gânglios linfáticos também são sinais comuns.
Quando buscar ajuda médica?
A atenção deve ser redobrada caso surjam complicações neurológicas. Em casos mais graves, a infecção pode evoluir para meningite ou encefalite, manifestando-se através de confusão mental, tremores, convulsões ou rebaixamento do nível de consciência. Nestas situações, o atendimento médico imediato em ambiente hospitalar é indispensável.
Tratamento e suporte
Atualmente, não existe vacina ou medicamento antiviral específico para combater o vírus. O tratamento é focado no suporte clínico para aliviar os sintomas. Enquanto quadros leves podem ser geridos com repouso e hidratação, casos graves exigem internação em UTI para suporte respiratório e monitoramento intensivo.
Como se prevenir
A melhor estratégia continua sendo o combate ao mosquito. Utilize repelentes, instale telas em janelas e portas e, acima de tudo, elimine qualquer foco de água parada onde os mosquitos possam se reproduzir. A vigilância epidemiológica segue monitorando o cenário nacional para conter a propagação do vírus.
Fonte: Agência Brasil. Edição: Itarema Direto.
Foto da capa: Reprodução / Agência Brasil.

