Orgulho cearense na elite da tecnologia
O talento cearense ganha destaque mundial no setor de tecnologia. George Luiz de Freitas Souza, natural de Iguatu, entrou recentemente para o hall da fama da NASA após identificar falhas críticas no sistema da agência espacial. O feito, realizado na condição de “caçador de bugs” (Bug Bounty), coloca o Ceará no mapa global da cibersegurança e ilustra a importância estratégica desse campo para o mercado atual.
Um setor em expansão acelerada
Com o fortalecimento das redes digitais e o aumento de crimes cibernéticos, a busca por profissionais qualificados em proteção de dados e governança nunca foi tão alta. Atenta a esse cenário, a Universidade de Fortaleza (Unifor) lançou um curso superior de Segurança Cibernética na modalidade EAD, desenhado para suprir a demanda de empresas por especialistas em LGPD, auditoria de sistemas e defesa cibernética.
Formação prática focada em resultados
A graduação é estruturada em cinco eixos, que vão desde fundamentos de computação e internet das coisas (IoT) até técnicas avançadas de hacking ético, perícia digital e gestão de projetos. Segundo a professora Rafaela Ponte Lisboa, coordenadora do curso, o diferencial está na aplicação prática: “O estudante desenvolve competências críticas para resolver problemas reais das organizações, aproximando a sala de aula das necessidades do mercado”.
Flexibilidade e conexão com o mercado
O curso EAD da Unifor oferece flexibilidade de horários, mantendo a excelência acadêmica com suporte de professores e acesso total à infraestrutura física da universidade. Além disso, os alunos contam com o apoio da Central de Carreiras, que conecta estudantes a mais de 4.000 empresas conveniadas, facilitando a inserção em um mercado de trabalho que, em Fortaleza, se consolida como um dos principais polos de inovação do país.
Edição: Portal Itarema Direto.
Foto da capa: Reprodução.

